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Logística reversa de embalagens: como atender à PNRS e melhorar a imagem da sua marca com a Tree ESG

Entenda como sua empresa pode cumprir a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) através da logística reversa de embalagens e ainda melhorar sua imagem com consumidores e investidores usando a plataforma Tree ESG. Empresas de diversos setores, por exemplo, enfrentam o desafio de cumprir as exigências ambientais sem comprometer sua eficiência operacional. A logística reversa de embalagens, portanto, além de ser uma obrigação legal prevista pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), é uma estratégia poderosa para agregar valor à marca, fortalecer a reputação e se destacar em um mercado cada vez mais preocupado com a sustentabilidade. Neste artigo, você vai descobrir como a Tree ESG, uma plataforma completa de gestão ambiental e ESG, pode transformar a forma como sua empresa gerencia a logística reversa de embalagens, automatizando processos, integrando sistemas públicos e promovendo rastreabilidade com o uso de blockchain. O que é logística reversa de embalagens e por que ela é obrigatória? A logística reversa é o processo de recolhimento e reintrodução de produtos, embalagens ou resíduos no ciclo produtivo ou em sistemas adequados de tratamento e destinação final. No caso das embalagens, por outro lado, ela consiste em garantir que os materiais retornem para reciclagem ou reaproveitamento, fechando o ciclo de vida do produto. A obrigatoriedade da logística reversa, aliás, está prevista na Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Segundo essa lei, empresas que colocam embalagens no mercado nacional são obrigadas a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, seja individualmente ou de forma coletiva, com a devida comprovação documental e relatórios. Além da PNRS, estados e municípios também podem estabelecer suas próprias legislações complementares, como o SIGOR (SP), o sistema da FEAM (MG), ou exigências específicas de licenciamento em diversos órgãos ambientais estaduais. Por consequência, o não cumprimento dessas normas pode resultar em multas, sanções administrativas e restrições em licitações públicas. No entanto, não se trata apenas de evitar punições; ao adotar a logística reversa de forma eficiente, sua empresa obtém ganhos reais em imagem, governança e sustentabilidade. Principais desafios da logística reversa de embalagens Apesar da obrigatoriedade, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para cumprir a PNRS. Entre os principais desafios, podemos citar: A solução para esses desafios, em contrapartida, está em plataformas digitais que automatizem e integrem todas as etapas do processo, como é o caso da Tree ESG. Como a Tree ESG simplifica a logística reversa de embalagens A Tree ESG é, portanto, uma plataforma digital (SaaS) que centraliza, automatiza e integra todos os processos de gestão ambiental e ESG, com módulos especializados em resíduos, documentos, licenças, efluentes, energia e emissões. Para a logística reversa de embalagens, a Tree ESG oferece, desse modo, uma solução completa e escalável que: Além disso, para maior comodidade, sua empresa pode também contratar os serviços operacionais da Recicla.se, que atua com: Rede Recicla.se: parceiros certificados em todo o Brasil A Tree ESG está integrada à Rede Recicla.se, uma rede nacional de cooperativas, recicladores, transportadoras, operadores logísticos e destinadores certificados. Por consequência, isso permite que sua empresa tenha acesso direto a parceiros homologados, de forma transparente e confiável. Com essa rede, a gestão da logística reversa é feita de ponta a ponta, ou seja: Além disso, é possível acompanhar indicadores de desempenho, impacto ambiental e metas de reciclagem. Ecopontos e unidades de negócio: gestão integrada Para empresas que, por exemplo, possuem múltiplas unidades de negócio ou operam pontos de entrega voluntária (ecopontos), a Tree ESG permite o controle centralizado de operações com rastreabilidade por unidade. Cada ponto de coleta, nesse sentido, é registrado com suas entradas, saídas, relatórios e status regulatórios. Isso, portanto, possibilita uma visão gerencial precisa e a garantia de conformidade com os órgãos ambientais. Essa funcionalidade é ideal para redes de varejo, indústrias com várias plantas, operadores logísticos, concessionárias e empresas que, do mesmo modo, precisam demonstrar rastreabilidade para auditorias ESG ou certificações como ISO 14001. Tecnologia e blockchain para garantir segurança e transparência A Tree ESG, por conseguinte, utiliza blockchain para garantir a integridade dos dados e rastrear as etapas do processo de logística reversa, da geração ao destino final. Isso significa que: Essa tecnologia, aliada à automação de processos e integração com sistemas públicos, torna a gestão ambiental da sua empresa, por fim, mais moderna, confiável e eficiente. Benefícios para a imagem da marca e reputação ESG Investir em logística reversa com tecnologia é, em outras palavras, uma decisão estratégica. Além de atender às leis ambientais, a empresa: Hoje, consumidores estão cada vez mais atentos às práticas ambientais das marcas que consomem. Ter um sistema como a Tree ESG permite, portanto, comunicar resultados concretos e comprováveis. Casos práticos e depoimentos de empresas usuárias da Tree ESG Diversas empresas de diferentes segmentos já utilizam a Tree ESG para automatizar a logística reversa de embalagens, melhorar seus resultados e facilitar o compliance ambiental, como, por exemplo, a Tekbond (Grupo Saint-Gobain), Café Orfeu, Labpharma, entre tantas outras. Empresas dos setores de alimentos e bebidas, logística, indústria farmacêutica e automotiva conseguiram, com a plataforma: Esses resultados demonstram que, de fato, é possível alinhar eficiência operacional, sustentabilidade e reputação ESG, desde que se conte com as ferramentas e parceiros certos. Como implantar a logística reversa com a Tree ESG A implantação, em primeiro lugar, é simples, modular e escalável. Você pode começar com o módulo START, que é gratuito e ideal para empresas com até 3 saídas de resíduos por mês, e evoluir conforme sua necessidade. A equipe da Tree oferece, por isso: Conclusão Cumprir a PNRS e implementar um sistema eficiente de logística reversa de embalagens é, sem dúvida, essencial para empresas que querem se manter competitivas e sustentáveis. Com a Tree ESG, você tem uma plataforma robusta, segura e integrada que transforma burocracia em eficiência, e obrigação legal em reputação positiva. Comece hoje mesmo. Conecte sua empresa à sustentabilidade real com a Tree ESG. 👉 Solicite uma demonstração gratuita da Tree ESG e descubra como automatizar a logística reversa de embalagens na sua empresa.

Soluções Circulares: Reciclagem, Reuso e Alternativas ao Plástico na Indústria

Descubra como a indústria pode implementar soluções circulares através da reciclagem, reuso e substituição do plástico. Veja boas práticas, alternativas sustentáveis e ferramentas para uma gestão mais eficiente. Introdução: O desafio ambiental da indústria moderna A indústria desempenha um papel essencial no desenvolvimento econômico global. No entanto, também é uma das maiores geradoras de resíduos e emissões. Dentro desse contexto, a transição para uma economia circular surge como uma necessidade urgente. Isso porque, além de reduzir impactos ambientais, ela também gera valor e inovação. Além disso, legislações ambientais mais rigorosas e a pressão de consumidores conscientes estão impulsionando essa mudança. Portanto, entender como aplicar práticas circulares torna-se um diferencial competitivo. Neste artigo, vamos explorar soluções circulares aplicáveis à indústria, com foco na reciclagem, no reuso e na substituição do plástico. Vamos mostrar, por exemplo, como essas estratégias podem ser implementadas de forma eficiente e inovadora. O que são soluções circulares na indústria? Soluções circulares são aquelas que se baseiam nos princípios da economia circular. Em outras palavras, elas visam manter os recursos em uso pelo maior tempo possível, extrair o máximo valor deles e, posteriormente, recuperar e regenerar produtos e materiais ao fim de cada ciclo de vida. Consequentemente, a lógica da circularidade exige uma nova forma de pensar e operar na indústria. Benefícios das soluções circulares Na indústria, isso significa redesenhar processos, produtos e cadeias de suprimentos com o objetivo de minimizar o desperdício, promover o reaproveitamento de materiais e substituir matérias-primas não renováveis por alternativas sustentáveis. Assim, as empresas ganham não só em eficiência, como também em competitividade. Além disso, é possível fortalecer a reputação no mercado e conquistar novos públicos. A reciclagem industrial como pilar da economia circular A reciclagem é uma das formas mais tradicionais de economia circular. No entanto, sua aplicação na indústria vai muito além do que conhecemos no cotidiano. Por exemplo, setores como o metalúrgico, químico e automotivo já adotam práticas de reciclagem em larga escala como forma de reaproveitar materiais e reduzir custos. Benefícios da reciclagem industrial Ainda assim, para que a reciclagem seja realmente eficiente, é preciso um sistema de gestão de resíduos estruturado, com rastreabilidade e controle. Com efeito, a tecnologia pode ser uma aliada importante nesse processo. Ferramenta recomendada: Conheça o Tree ESG, software que automatiza a gestão de resíduos industriais, gerando relatórios, indicadores e controle sobre todas as etapas do ciclo de vida dos materiais. Reuso de materiais: criatividade e eficiência no uso de recursos Ao contrário da reciclagem, que envolve a transformação dos materiais, o reuso visa utilizar os produtos e insumos da forma mais direta possível, com poucas ou nenhuma alteração. Por isso, essa estratégia costuma ser mais rápida e barata em muitas aplicações. Exemplos práticos de reuso na indústria Consequentemente, adotar o reuso reduz significativamente a necessidade de novos materiais. Além disso, essa prática diminui o volume de resíduos e fortalece a circularidade dos processos. Alternativas ao plástico: materiais sustentáveis em foco O plástico é um dos materiais mais utilizados na indústria. Contudo, também é um dos mais problemáticos em termos ambientais. Por isso, a substituição do plástico convencional por alternativas sustentáveis representa um grande desafio — e, ao mesmo tempo, uma enorme oportunidade. Principais alternativas Em conclusão, mesmo com custos iniciais mais elevados, essas alternativas podem gerar retorno positivo em imagem, regulamentação e engajamento do consumidor. Leia também: Logística Reversa e ESG: como sua empresa pode se beneficiar Cases de sucesso: empresas que adotaram soluções circulares Diversas empresas já estão colhendo os frutos de uma gestão circular eficiente. A seguir, veja alguns exemplos práticos: Tekbond Saint-Gobain A Tekbond implementou logística reversa de embalagens em parceria com a Tree ESG / Recicla.se. Como resultado, a empresa conquistou mais rastreabilidade, conformidade legal e eficiência operacional por meio da plataforma digital. Café Orfeu Além de adotar logística reversa para cápsulas de café, a Café Orfeu passou a monitorar os resíduos via plataforma Tree ESG. Dessa forma, ganhou controle total, indicadores e relatórios ESG automatizados. Natura A Natura é referência no uso de plástico verde e na logística reversa de embalagens. Por isso, é considerada uma das líderes em circularidade no setor de cosméticos. Grupo Boticário Implementou embalagens recicláveis e reutilizáveis. Além disso, promove programas de coleta em pontos de venda, fortalecendo o engajamento com os consumidores. Ambev A empresa foca em retornabilidade de embalagens, especialmente garrafas de vidro. Como consequência, reduz o uso de matéria-prima virgem e melhora a performance ambiental das embalagens. Nespresso A Nespresso alia inovação e responsabilidade ambiental com seu programa nacional de coleta de cápsulas usadas. Além disso, trabalha com embalagens recicláveis e compostáveis, fortalecendo o elo com o consumidor. 3Corações A empresa criou um programa de coleta de cápsulas com foco em educação ambiental. Portanto, une rastreabilidade e conscientização do cliente em uma única solução. Apple A Apple investe em robôs de desmontagem e centros de reuso de componentes eletrônicos. Dessa forma, aumenta a circularidade e reduz os impactos do descarte tecnológico. Scania Com remanufatura de peças e logística com biometano, a Scania promove a circularidade na prática. Além disso, utiliza energia renovável em suas operações industriais. JBS Transforma resíduos em biogás, fertilizantes e colágeno. Por isso, a empresa consegue reduzir o desperdício e agregar valor aos subprodutos de sua cadeia. Placo (Saint-Gobain) Aplica economia circular com reaproveitamento de resíduos de gesso de obras parceiras. Como resultado, reduz descartes e fortalece a sustentabilidade na construção civil. Instituto de Química da USP e Labpharma Essas instituições confiam na Recicla.se para o descarte correto de embalagens de vidro. Ainda que gerem pequenos volumes, contam com a plataforma Tree ESG para rastreabilidade, legalidade e eficiência. 💬 “Acreditamos que sustentabilidade de verdade é aquela que alcança todos os perfis de geradores – dos grandes aos pequenos, com eficiência, rastreabilidade e simplicidade.” Como implementar soluções circulares na sua indústria Assim, a transformação circular se torna sustentável também do ponto de vista econômico. Tendências e regulamentações: fique atento ao futuro A regulamentação ambiental está cada vez mais exigente, tanto no Brasil quanto no mundo. Por exemplo, a

Gestão de Documentos Ambientais: Por Que Sua Empresa Precisa Ir Além das Planilhas

A gestão de documentos ambientais é uma das bases para a conformidade legal, a eficiência operacional e a reputação sustentável de qualquer empresa. Apesar disso, muitas organizações ainda confiam em métodos ultrapassados, como planilhas de Excel, pastas físicas e e-mails soltos, para controlar licenças, condicionantes e relatórios ambientais. Embora as planilhas tenham sido úteis por muito tempo, elas já não acompanham mais a complexidade e os riscos associados às exigências ambientais atuais. Além disso, a descentralização de dados e a falta de rastreabilidade dificultam auditorias, aumentam a exposição a multas e comprometem a obtenção de certificações. Neste artigo, você vai entender por que sua empresa precisa superar a dependência das planilhas na gestão ambiental. Para isso, vamos apresentar os riscos dessa prática, os benefícios da digitalização e um case de sucesso com a Salinor, que transformou seus processos com a nossa plataforma. Portanto, continue lendo e veja como tornar a gestão ambiental da sua empresa mais eficiente, segura e estratégica. O que é a gestão de documentos ambientais? A gestão de documentos ambientais é o processo de controle, armazenamento e monitoramento de todos os arquivos que comprovam o cumprimento das obrigações ambientais de uma organização. Entre esses documentos, estão: Sem uma gestão adequada, a empresa corre o risco de não atender às exigências legais. Como consequência, pode sofrer sanções e comprometer sua imagem institucional. Por isso, é essencial centralizar, automatizar e garantir a rastreabilidade desses documentos. Por que as planilhas não são suficientes? Falta de controle e rastreabilidade Antes de tudo, é importante destacar que planilhas são frágeis quando falamos em controle de versão, segurança e rastreabilidade. Isso porque elas não registram quem fez alterações, não oferecem backups automáticos e, em muitos casos, ficam armazenadas em locais de difícil acesso para outras áreas da empresa. Além disso, quando múltiplas pessoas atualizam informações simultaneamente, os erros se tornam quase inevitáveis. Consequentemente, isso impacta diretamente na confiabilidade dos dados apresentados em auditorias e relatórios. Risco de perda de dados e falhas em auditorias Imagine perder uma planilha com o histórico de atendimento de condicionantes ambientais ou, pior ainda, não conseguir provar o envio de um relatório técnico. Esse tipo de falha, infelizmente, é comum quando os dados são gerenciados manualmente. Como resultado, a empresa pode enfrentar multas, suspensão de licenças ou até paralisações das atividades. Portanto, digitalizar a gestão documental ambiental não é apenas uma tendência moderna, mas sim uma necessidade estratégica. Benefícios da gestão digital de documentos ambientais 1. Conformidade automatizadaCom uma plataforma digital, a empresa conta com alertas de prazos, histórico de atendimentos e organização estruturada de documentos. Isso facilita o cumprimento da legislação vigente e, ao mesmo tempo, evita esquecimentos e falhas humanas. 2. Agilidade e segurançaAlém de permitir acesso rápido por diferentes áreas, a centralização dos documentos reduz drasticamente o tempo gasto com buscas e verificações. Ademais, soluções em nuvem oferecem backups automáticos e permissões de acesso por perfil, o que garante segurança e controle. 3. Suporte a auditorias e certificaçõesAuditorias ambientais ou certificações como ISO 14001 e relatórios GRI exigem evidências organizadas e acessíveis. Com uma plataforma digital, a empresa está sempre preparada, apresentando relatórios estruturados, histórico de ações e indicadores em tempo real. Case de sucesso: Como a Salinor transformou sua gestão ambiental A realidade antes da digitalização A Salinor, referência nacional na produção de sal marinho, enfrentava um cenário típico de grandes operações industriais. Ou seja, sua gestão era descentralizada, baseada em papel e planilhas, com dificuldades no controle das condicionantes ambientais e alto risco de perda de informações. Desafios enfrentados pela empresa A ausência de uma plataforma centralizada dificultava a preparação para auditorias e o cumprimento de prazos regulatórios. Soluções implementadas com a Tree ESG Com a implantação da solução da Tree ESG, a empresa digitalizou completamente sua gestão documental, passando a operar com: Resultados obtidos após a digitalização Com essa transformação, a Salinor eliminou o uso de planilhas, reduziu falhas operacionais e passou a se destacar em auditorias. Como consequência, conquistou novas certificações com mais facilidade, já que todo o processo documental está hoje digitalizado, rastreável e auditável. Conclusão do case Esse exemplo mostra, na prática, como a digitalização da gestão ambiental agrega valor, eficiência e segurança, inclusive em operações complexas e distribuídas. Checklist: documentos ambientais que você precisa digitalizar agora Para iniciar sua transformação digital, veja alguns documentos que não devem mais estar em planilhas ou arquivos físicos: Todos esses documentos, quando bem gerenciados, fortalecem a governança ambiental da empresa. Além disso, facilitam a prestação de contas a stakeholders, investidores e órgãos reguladores. O que buscar em uma plataforma de gestão ambiental Ao escolher uma plataforma, é fundamental verificar se ela oferece: A Tree ESG entrega tudo isso e muito mais. Afinal, somos especialistas em transformar a gestão ambiental de empresas que desejam evoluir seus processos e atender às exigências do mercado. Conclusão Empresas que ainda dependem de planilhas para gerenciar documentos ambientais enfrentam riscos significativos. Nesse sentido, a digitalização da gestão documental se torna essencial para garantir conformidade, eficiência e transparência. O case da Salinor demonstra que essa transformação é não só viável como também impactante. Ao eliminar planilhas, centralizar informações e automatizar prazos e indicadores, sua empresa estará mais preparada para auditorias, certificações e regulamentações — e, acima de tudo, mais próxima da excelência em ESG.

Checklist básico para empresas se prepararem para auditorias ambientais

Introdução Com o avanço das exigências regulatórias e das expectativas do mercado em relação à sustentabilidade, as auditorias ambientais deixaram de ser um diferencial. Hoje, tornaram-se parte da rotina de empresas que desejam operar em conformidade e com responsabilidade socioambiental. No entanto, muitas organizações ainda se sentem despreparadas quando se deparam com uma auditoria — seja ela interna, externa, de certificação ou exigida por clientes. Por isso, preparamos um checklist completo e prático para auditorias ambientais. Ao longo do texto, você encontrará orientações sobre documentação, legislação, monitoramento ambiental, planos de contingência e outros fatores essenciais. Assim, será possível antecipar riscos e fortalecer a gestão da sua empresa. 1. Conheça os tipos de auditorias ambientais Antes de mais nada, é importante entender que auditorias ambientais podem ter objetivos distintos. Portanto, compreender o escopo de cada tipo ajuda a direcionar os esforços corretamente. Por exemplo, elas podem ser: Em outras palavras, saber qual tipo será realizado facilita o planejamento e a preparação de evidências adequadas. 2. Organize toda a documentação ambiental Em primeiro lugar, é essencial que sua documentação esteja estruturada. Afinal, a ausência ou inconsistência de documentos pode gerar atrasos, não conformidades e até sanções legais. Por isso, inclua: Além disso, utilizar plataformas como a Tree ESG agiliza o acesso, melhora a rastreabilidade e centraliza todas essas informações. Como resultado, a auditoria se torna mais simples e eficiente. 3. Atualize seus indicadores e relatórios Além da documentação, auditorias exigem dados confiáveis e atualizados. Portanto, é indispensável manter relatórios periódicos, preferencialmente automatizados, com os principais indicadores ambientais da empresa. Por exemplo: Consequentemente, esses dados mostram comprometimento com a melhoria contínua. Dashboards e gráficos também ajudam os auditores a compreender os resultados com mais clareza. Leia também: 10 indicadores ambientais que toda empresa precisa acompanhar 4. Monitore os aspectos ambientais da operação De fato, o monitoramento ambiental contínuo é exigido por muitas legislações. Além disso, ele permite identificar impactos com antecedência, o que fortalece a governança. Você deve monitorar, por exemplo: Esses dados devem ser registrados em relatórios técnicos, assinados por profissionais habilitados. Assim, você garante segurança e credibilidade durante as auditorias. 5. Verifique o cumprimento da legislação vigente Outra etapa essencial é garantir o cumprimento das leis ambientais. Portanto, esteja sempre em dia com as obrigações federais, estaduais e municipais. Inclua neste item: Além disso, registre as ações corretivas e preventivas tomadas em casos de não conformidade. Como resultado, a empresa demonstra comprometimento com a melhoria contínua. 6. Engaje a equipe e promova treinamentos ambientais Auditorias não envolvem apenas o setor ambiental. Por isso, toda a equipe precisa estar alinhada com as práticas e responsabilidades socioambientais. Recomenda-se: Além de fortalecer a cultura organizacional, esse engajamento reduz riscos operacionais. Consequentemente, a auditoria tende a ser mais bem-sucedida. 7. Faça auditorias internas e simulações Além da preparação documental, realizar auditorias internas permite identificar falhas antecipadamente. Como resultado, é possível fazer ajustes antes de uma auditoria externa. Dentre os benefícios estão: Além disso, simulações de emergência devem ser documentadas e avaliadas com frequência. Dessa forma, a empresa comprova sua capacidade de resposta diante de incidentes. 8. Use tecnologia para automatizar e rastrear processos Atualmente, empresas que ainda usam planilhas manuais enfrentam mais dificuldades em auditorias. Por isso, investir em tecnologia torna-se um diferencial. A Tree ESG oferece soluções como: Consequentemente, sua empresa economiza tempo, evita erros e garante conformidade com facilidade. 9. Mantenha um cronograma ESG Estar preparado para auditorias não deve ser algo pontual. Por isso, manter um cronograma ESG com prazos e metas é essencial. Inclua: Assim, você mostra que a gestão ambiental da sua empresa é organizada e constante. 10. Atenda às exigências de clientes e certificadoras Algumas auditorias são solicitadas por clientes ou certificadoras. Portanto, é fundamental conhecer esses requisitos com antecedência. Entre os principais estão: Cumprir esses padrões reconhecidos internacionalmente aumenta a competitividade da empresa e abre portas para novos contratos. Conclusão Em resumo, auditoria não é improviso. É gestão estratégica. Empresas que se preparam com antecedência reduzem riscos, aumentam a eficiência e fortalecem sua reputação no mercado. Portanto, utilize este checklist como base para estruturar sua gestão ambiental. Quanto antes sua empresa se preparar, maior será a confiança transmitida durante uma auditoria. Agende uma demonstração gratuita com a Tree ESG Sua empresa quer automatizar a gestão ambiental e se destacar nas auditorias? 👉 Clique aqui e fale com um especialista

10 Indicadores Ambientais que Toda Empresa Precisa Acompanhar

Descubra os 10 principais indicadores ambientais que sua empresa deve monitorar para garantir conformidade legal, eficiência sustentável e avanços nos critérios ESG. Confira como medir, melhorar e reportar com clareza! A importância dos indicadores ambientais para empresas modernas Atualmente, não basta apenas cumprir leis ambientais — é preciso ir além e demonstrar compromisso real com a sustentabilidade. Por esse motivo, empresas que desejam se manter competitivas e atrativas aos olhos de investidores, consumidores e parceiros precisam incorporar práticas sólidas de gestão ambiental. Nesse contexto, o uso de indicadores ambientais torna-se indispensável. Isso porque esses indicadores permitem o monitoramento contínuo do desempenho ambiental da empresa, identificando riscos, oportunidades e áreas de melhoria. Além disso, são essenciais para auditorias, certificações ESG, prestação de contas e relatórios GRI. Neste artigo, você vai conhecer os 10 principais indicadores ambientais que toda empresa precisa acompanhar, entender por que eles são tão importantes e, ao final, descobrir como começar agora mesmo. O que são indicadores ambientais e por que usá-los? Em resumo, indicadores ambientais são métricas quantitativas e qualitativas utilizadas para mensurar o desempenho de uma organização em relação ao meio ambiente. Eles ajudam a acompanhar o uso de recursos naturais, a geração de resíduos, as emissões de gases poluentes, o consumo energético, entre outros aspectos relevantes. Ao implementar indicadores ambientais, a empresa consegue: Portanto, esses benefícios tornam os indicadores uma peça-chave da gestão estratégica ambiental, elevando o padrão de atuação da empresa. Os 10 principais indicadores ambientais que sua empresa deve acompanhar A seguir, conheça os dez indicadores mais relevantes e entenda como eles impactam diretamente a operação e a sustentabilidade do seu negócio. 1. Consumo de Água Antes de mais nada, monitorar o consumo de água é um dos primeiros passos para entender o quanto sua empresa depende desse recurso e como ela pode utilizá-lo de forma mais consciente. O indicador pode ser medido em metros cúbicos por unidade de produção, por funcionário ou por mês. Além da redução de custos operacionais, o controle desse indicador contribui para o cumprimento de metas de sustentabilidade, especialmente em regiões com escassez hídrica. Empresas que implementam o reuso de água ou captam água da chuva também devem incluir essas práticas no indicador, reforçando seu compromisso com o meio ambiente. 2. Consumo de Energia Esse indicador mede a quantidade de energia elétrica, térmica ou combustível utilizada pela empresa em determinado período. Assim, pode ser expressado em kWh, litros ou gigajoules, dependendo da fonte. Com isso, além de ajudar na eficiência energética, acompanhar esse indicador é essencial para planejar projetos de redução de consumo, instalação de energia renovável e atendimento de metas de neutralização de carbono. O uso de dashboards, por exemplo, facilita o acompanhamento e a comparação com benchmarks do setor. 3. Geração de Resíduos Sólidos Saber o quanto e que tipo de resíduos são gerados pela empresa é essencial. Por isso, o indicador deve especificar a quantidade de resíduos perigosos e não perigosos, bem como as destinações (aterro, incineração, coprocessamento, reciclagem, compostagem, entre outras). Dessa maneira, esse controle permite implementar ações de logística reversa, atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos e reduzir custos com transporte e destinação. Inclusive, uma plataforma como a Tree ESG facilita a emissão de MTRs, relatórios e o acompanhamento da rastreabilidade de forma automatizada. 4. Taxa de Reciclagem A taxa de reciclagem mostra a proporção de resíduos recicláveis que foram efetivamente reciclados em relação ao total de resíduos gerados. Em outras palavras, esse indicador contribui diretamente para metas de sustentabilidade e é valorizado por certificações ambientais e investidores ESG. Além disso, a transparência na destinação dos resíduos é um diferencial competitivo cada vez mais observado por stakeholders e clientes conscientes. 5. Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) A emissão de GEE (como CO₂, CH₄ e N₂O) é um dos indicadores mais estratégicos em tempos de mudanças climáticas. Ele pode ser calculado por escopos (1, 2 e 3) e, portanto, é fundamental para metas de neutralização de carbono e créditos de carbono. Como resultado, empresas que atuam com inventário de emissões — como o do GHG Protocol — estão mais preparadas para reportar compromissos climáticos e participar de mercados regulados e voluntários de carbono. 6. Eficiência no Uso de Recursos Naturais Este indicador mede como a empresa consome matérias-primas e recursos naturais em seus processos produtivos. Assim, pode incluir o uso de insumos renováveis, economia circular e reaproveitamento de materiais. Com base nesses dados, é possível criar metas de redução, desenvolver produtos mais sustentáveis e reduzir a dependência de recursos escassos. Além disso, esse controle fortalece o posicionamento de empresas inovadoras e ambientalmente responsáveis. 7. Qualidade do Efluente Gerado Empresas que geram efluentes líquidos (como indústrias e plantas alimentícias) precisam monitorar sua composição química, física e biológica. Isso porque o indicador avalia se o efluente tratado atende aos padrões de descarte definidos pela legislação ambiental. Monitorar esse indicador é essencial para manter a licença ambiental, evitar multas e garantir a conservação de corpos hídricos próximos às unidades operacionais. Inclusive, soluções digitais podem automatizar esse monitoramento com integração a dados de ETA e ETE. 8. Consumo de Combustíveis Fósseis Esse indicador monitora o consumo de gasolina, diesel e outros combustíveis fósseis. Com isso, seu controle permite avaliar a pegada de carbono da frota, máquinas e processos térmicos. Empresas que desejam evoluir em sua matriz energética e reduzir emissões devem acompanhar esse dado e, sempre que possível, implementar o uso de biocombustíveis ou a eletrificação da frota. 9. Área Verde ou Reflorestamento Este indicador considera a manutenção de áreas verdes, reflorestamento ou compensação ambiental. Desse modo, ele é importante para projetos de ESG, biodiversidade e créditos de carbono. Empresas que investem em áreas verdes internas ou externas demonstram responsabilidade ecológica, especialmente em setores com impacto direto no solo e na vegetação, como construção civil e mineração. 10. Conformidade Legal e Licenciamentos Ambientais Este é um indicador qualitativo e estratégico. Ele aponta o percentual de conformidade com obrigações legais, licenças ambientais e condicionantes. Afinal, empresas que não controlam essas exigências podem sofrer embargos, sanções

Plano Nacional de Economia Circular (PNEC): o que é, benefícios para empresas e como se adequar

O que é o Plano Nacional de Economia Circular? O Plano Nacional de Economia Circular (PNEC) é uma das iniciativas mais relevantes do governo brasileiro no campo da sustentabilidade e da gestão inteligente de recursos. Lançado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o PNEC tem como objetivo principal promover a transição de um modelo econômico linear para um modelo circular no Brasil. Embora a proposta da economia circular não seja nova, sua aplicação em larga escala exige diretrizes claras, metas ambiciosas, incentivo à inovação e a participação ativa de empresas, governos e consumidores. Portanto, o PNEC surge como um instrumento estratégico, já que orienta políticas públicas, ações empresariais e investimentos rumo à sustentabilidade de longo prazo. Por que o PNEC é importante para as empresas? O PNEC traz diretrizes que impactam diretamente setores produtivos, como indústria, construção civil, logística e agronegócio. Ao mesmo tempo, ao alinhar suas práticas ao plano, empresas não apenas reduzem impactos ambientais, como também ganham competitividade e acesso a novos mercados. Além disso, o plano serve como referência para financiamentos sustentáveis, certificações ESG e obrigações legais. Com metas claras, o PNEC incentiva a adoção de modelos de negócio mais eficientes, promovendo inovação e, consequentemente, reduzindo custos operacionais por meio do reaproveitamento de materiais, da redução de desperdícios e também do aumento da eficiência energética. Objetivos e diretrizes do Plano Nacional de Economia Circular O plano está estruturado em quatro eixos estratégicos principais, que juntos direcionam as ações necessárias para a transição circular: Esses eixos orientam iniciativas que vão desde incentivos à pesquisa aplicada até a criação de redes colaborativas para consumo sustentável. Desse modo, busca-se estruturar um sistema integrado que permita tanto a regeneração dos recursos naturais quanto a redução contínua da geração de resíduos. Economia linear x economia circular A economia linear é baseada no modelo “extrair-produzir-descartar”, que, apesar de ainda predominante, tem se mostrado insustentável diante do crescimento populacional, da escassez de recursos e da intensificação das mudanças climáticas. Por outro lado, a economia circular busca manter produtos, materiais e recursos em uso pelo maior tempo possível. Isso é alcançado por meio de estratégias como reutilização, reciclagem, remanufatura e design regenerativo. Assim, valoriza-se a eficiência, a rastreabilidade e a sustentabilidade em todas as etapas da cadeia de valor. Setores estratégicos priorizados pelo PNEC O plano identifica setores com alto potencial de circularidade e impacto ambiental. Entre os principais, destacam-se: Esses setores foram selecionados com base em estudos de viabilidade, impacto e articulação entre empresas, governo e sociedade civil. Logo, são considerados estratégicos para a transição rumo a um novo modelo econômico. Benefícios para as empresas que adotam a economia circular Empresas que incorporam práticas circulares colhem uma série de benefícios. Entre eles, podemos destacar: Além disso, a circularidade gera novas oportunidades de negócio baseadas em serviços, como logística reversa, manutenção, leasing e plataformas digitais de compartilhamento. Por isso, adotar a economia circular é uma escolha estratégica. Ainda que a implementação exija mudanças, os resultados a médio e longo prazo justificam o investimento. O papel da digitalização e das tecnologias no PNEC A digitalização é uma grande aliada da economia circular. Tecnologias como blockchain, inteligência artificial, Big Data e Internet das Coisas (IoT) são fundamentais para implementar modelos circulares em escala nacional. Plataformas digitais como a Tree ESG, por exemplo, facilitam a rastreabilidade de resíduos, a gestão eficiente de indicadores ambientais e a automação de processos regulatórios, como emissão de MTRs e elaboração de relatórios de sustentabilidade. Consequentemente, a adoção do PNEC se torna mais viável para empresas de diferentes portes e setores. Como implementar os princípios do PNEC na prática empresarial? A adoção da economia circular começa com pequenas mudanças nos processos e na mentalidade organizacional. A seguir, algumas práticas recomendadas: Inclusive, empresas como Saint-Gobain, Natura e Braskem já implementam práticas circulares de maneira estruturada. Assim, servem como referência para quem está começando. Dessa maneira, a adoção do PNEC pode ser facilitada pela troca de experiências e pelo uso de ferramentas especializadas. Alinhamento do PNEC com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) O PNEC está diretamente alinhado aos ODS da Agenda 2030 da ONU, especialmente aos seguintes: Esse alinhamento, além de ampliar a visibilidade internacional do Brasil, fortalece a captação de recursos e a participação em redes globais de sustentabilidade. Ao mesmo tempo, incentiva a cooperação entre nações, empresas e instituições. Desafios para a implementação do PNEC Apesar do potencial, o PNEC enfrenta diversos obstáculos. Os principais são: Ainda assim, esses desafios podem ser superados com políticas públicas consistentes, inovação contínua e parcerias entre os diversos atores da sociedade. Portanto, o engajamento coletivo é essencial para o avanço da economia circular no país. O futuro da economia circular no Brasil Com a implementação do PNEC, o Brasil dá um passo importante rumo à consolidação de uma economia mais resiliente, regenerativa e competitiva. Dessa forma, a expectativa é de que, nos próximos anos, o plano seja ampliado com metas mais robustas e mecanismos de monitoramento transparentes. A transição para a circularidade é inevitável. Portanto, empresas que anteciparem essa mudança terão vantagens competitivas e estarão mais preparadas para os desafios do século XXI. Assim, planejar, agir e inovar são atitudes indispensáveis para transformar o futuro. Conclusão: como sua empresa pode começar? Adotar os princípios do Plano Nacional de Economia Circular exige mais do que boas intenções. É necessário planejamento, ferramentas adequadas e o apoio de parceiros estratégicos. Com a plataforma Tree ESG e os serviços de logística reversa e descarte sustentável da Recicla.se, sua empresa pode iniciar essa jornada com segurança, eficiência e total alinhamento às exigências do PNEC e às práticas ESG. Hoje, já apoiamos empresas como Tekbond – Saint-Gobain, OV Chemicals, Café Orfeu, entre tantas outras, a implementar soluções práticas de economia circular — com rastreabilidade blockchain, indicadores automáticos e otimização de processos ambientais. CTA – Dê o próximo passo rumo à circularidade Sua empresa está pronta para aplicar os princípios da economia circular e atender às diretrizes do PNEC com soluções reais e testadas?👉 Fale com nosso time e

GHG Protocol: O que são os Escopos 1, 2 e 3 e como eles impactam o ESG da sua empresa

O compromisso com a sustentabilidade empresarial vai muito além da reciclagem ou do uso consciente de recursos naturais. Com a pressão crescente por responsabilidade climática, medir e gerenciar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) se tornou essencial. Nesse contexto, o GHG Protocol é, sem dúvida, o padrão mais utilizado no mundo para essa tarefa. Neste artigo, você vai entender o que são os Escopos 1, 2 e 3 do GHG Protocol e como eles estão diretamente ligados ao desempenho ESG da sua organização. Então, vamos lá? O que é o GHG Protocol? O GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol) é uma metodologia internacional desenvolvida para ajudar organizações a medirem, gerenciarem e reportarem suas emissões de GEE de forma padronizada. Em outras palavras, trata-se de uma ferramenta fundamental para a governança climática das empresas. Além disso, empresas que seguem esse protocolo conseguem construir inventários de carbono confiáveis. Dessa forma, isso facilita a transparência ambiental, auditorias ESG e decisões estratégicas ligadas à sustentabilidade. O que são os Escopos 1, 2 e 3 no GHG Protocol? https://www.wribrasil.org.br/noticias/entenda-ghg-protocol-tres-escopos-inventarios-corporativos As emissões de GEE são classificadas em três escopos diferentes, dependendo de onde e como são geradas. A seguir, vamos entender melhor cada um deles: Escopo 1 – Emissões diretas São as emissões que ocorrem diretamente nas operações da empresa, como: Por exemplo, uma indústria que utiliza gás natural em seu processo produtivo ou veículos da frota própria a diesel se enquadra nesse escopo. Escopo 2 – Emissões indiretas relacionadas à energia Refere-se às emissões indiretas, provenientes da compra de energia elétrica, vapor ou aquecimento/refrigeração. Ou seja, apesar de não serem geradas diretamente pela empresa, essas emissões são consequência direta de seu consumo energético. Exemplo: uma empresa que compra eletricidade da rede e a utiliza em escritórios, galpões ou fábricas. Escopo 3 – Outras emissões indiretas Este escopo inclui todas as outras emissões indiretas ao longo da cadeia de valor, como: Por exemplo, uma empresa de alimentos que precisa considerar o transporte dos produtos realizado por transportadoras. Portanto, este é o escopo mais abrangente e, geralmente, o mais desafiador de ser monitorado. Por que entender os escopos é fundamental para sua estratégia ESG? A mensuração das emissões é um pilar essencial do “E” (Environmental) da sigla ESG. No entanto, ignorar os escopos pode resultar em: Por isso, empresas que mapeiam e reduzem suas emissões em todos os escopos: Em resumo, o entendimento dos escopos é estratégico para quem deseja consolidar uma posição de destaque em sustentabilidade. Como a Tree te ajuda a controlar as emissões dos Escopos 1, 2 e 3 A plataforma Tree ESG oferece uma solução completa para empresas que desejam: Assim, você não precisa de planilhas nem de relatórios manuais: a Tree organiza tudo de forma simples, acessível e confiável. Quer saber mais? Então, saiba como funciona o módulo de emissões de carbono da Tree. Avance na jornada ESG com inteligência Agende uma demonstração e veja como a Tree pode transformar a gestão ambiental da sua empresa. 🔗 Fale com um especialista agora

Web Summit Rio 2025: Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade moldando o futuro do Brasil e do mundo

O Web Summit Rio 2025 aconteceu entre os dias 27 e 30 de maio e, mais uma vez, consolidou-se como um dos maiores eventos de tecnologia no Brasil e no mundo. Realizado no Rio de Janeiro, o encontro reuniu mais de 34 mil participantes, quase 1.400 startups brasileiras e centenas de palestrantes de renome internacional. Desde sua chegada ao país, em 2023, o evento não parou de crescer. Por isso, tornou-se a edição sul-americana oficial do Web Summit. Assim, conecta startups, investidores, corporações e especialistas globais para debater tendências, fechar negócios e impulsionar o ecossistema tech do Rio de Janeiro. Dessa forma, com edições confirmadas até 2030, o Rio se firma como um dos principais polos de inovação do planeta. Tree ESG no Web Summit: presença constante na transformação A Tree ESG (antiga Recicla.se) esteve presente em todas as edições do Web Summit desde 2022, tanto no Brasil quanto em Lisboa. Com isso, o evento tem sido essencial para validação de produtos, geração de leads, parcerias estratégicas e aprendizados de alto nível. Além disso, amplia nossa presença no setor de tecnologia e ESG. Nas edições anteriores, conseguimos apresentar nossas soluções, fechar vendas e criar conexões valiosas. Já em 2025, seguimos no mesmo ritmo, reforçando nosso compromisso com a inovação. Principais temas e destaques do Web Summit Rio 2025 1. Inteligência Artificial: da experimentação à ação estratégica Sem dúvida, a inteligência artificial foi o assunto mais debatido. Painéis com Nvidia, Microsoft e OpenAI mostraram que, atualmente, o foco está na implementação prática da IA. Além disso, temas como ética algorítmica e governança de dados estiveram em alta. Enquanto isso, o prefeito Eduardo Paes apresentou o projeto “Rio AI City”, com o objetivo de transformar a capital em um dos 10 maiores hubs de IA do mundo até 2032. Nesse sentido, a cidade aposta em data centers e energia limpa para atingir essa meta. 2. TV 3.0: o futuro da televisão aberta no Brasil Durante a abertura, Amauri Soares, diretor dos Estúdios Globo, apresentou a nova TV 3.0 (DTV+). Com essa tecnologia, o público terá uma experiência de consumo de conteúdo mais personalizada, interativa e conectada à internet. 3. Machine Learning e a revolução na saúde A masterclass da Salvia Saúde Corporativa mostrou como o Machine Learning está mudando o setor da saúde. Ou seja, o foco passou a ser a prevenção, com o lema “cuidar para não precisar curar”. Dessa maneira, os cuidados se tornam mais eficientes e acessíveis. 4. Sustentabilidade e energia limpa: Brasil como potência global Paralelamente, o tema da sustentabilidade ganhou força. Com quase 90% da energia elétrica oriunda de fontes renováveis, o Brasil chamou atenção de gigantes do setor. Consequentemente, o governo anunciou um plano de US$ 4 bilhões para fortalecer a infraestrutura de energia limpa. Como resultado, empresas como Amazon, Microsoft e ByteDance demonstraram forte interesse em investir no país. Empresas com destaque em ESG e inovação: 5. Inclusão feminina no setor de tecnologia Notavelmente, a participação feminina teve um salto expressivo: 647 fundadoras estiveram presentes, representando 46% do total. Em comparação a 2024, isso representa um aumento de 34%. Por esse motivo, a diversidade de gênero se fortalece cada vez mais no setor tech. Além disso, o painel “Female Entrepreneurship in Innovation”, promovido pela Apex Brasil, reforçou essa pauta com conteúdo relevante e inspirador. 6. Startups brasileiras e inovação em destaque Por outro lado, as startups foram protagonistas da edição 2025. Quase 1.400 delas participaram, demonstrando o crescimento do ecossistema empreendedor brasileiro. Não por acaso, a vencedora da competição de pitch foi a DigAÍ, uma plataforma de IA conversacional para negócios. Inclusive, segmentos como fintechs, cidades inteligentes, biotecnologia, agritech e Web3 se destacaram. Ao mesmo tempo, empresas como Petrobras, Embraer, Itaú e Claro mostraram suas iniciativas de inovação aberta. 7. Marketing digital e economia dos criadores Por fim, a economia dos criadores foi um tema central em diversos painéis. Executivos de TikTok, Meta e YouTube discutiram novas estratégias de engajamento, monetização de conteúdo e marketing de influência. Conclusão: Web Summit Rio 2025 consolida o Brasil no mapa global da inovação O Web Summit Rio 2025 reafirmou o papel do Brasil como protagonista em sustentabilidade e inovação. Dessa forma, a união entre inteligência artificial, diversidade, saúde, ESG e empreendedorismo mostrou que o futuro será, ao mesmo tempo, digital, inclusivo e sustentável. A Tree ESG, portanto, continua contribuindo ativamente com soluções tecnológicas voltadas à gestão ambiental e ESG. Com isso, buscamos impactar positivamente empresas, cidades e a sociedade. E então, nos vemos em junho de 2026, na próxima edição do Web Summit Rio!

Score ESG: o que é e como funciona

Nos últimos anos, o conceito de ESG (Environmental, Social and Governance) tem ganhado um espaço cada vez mais relevante no mundo corporativo. À medida que questões ambientais e sociais se tornam centrais nas decisões empresariais, cresce a necessidade de compreender profundamente esse conceito. Neste artigo, você vai entender o que é ESG, por que ele é tão importante, como medi-lo na prática e, principalmente, como o Software Tree pode ser um grande aliado na implementação dessas estratégias e na avaliação do seu Score ESG. O que é ESG? ESG é uma sigla que representa os pilares Ambiental, Social e de Governança. Em resumo, trata-se de um conjunto de práticas que avaliam o impacto e o comportamento de uma empresa diante da sociedade, do meio ambiente e das exigências éticas. Ambiental (E): Refere-se a como a empresa atua para reduzir seu impacto no meio ambiente. Isso inclui, por exemplo, o controle de emissões, o uso eficiente de energia e a gestão de resíduos. Social (S): Relaciona-se à forma como a organização se posiciona frente a temas como diversidade, condições de trabalho e relacionamento com a comunidade. Governança (G): Envolve aspectos como transparência, ética corporativa, estrutura do conselho e combate à corrupção. Portanto, o ESG não trata apenas de responsabilidade social, mas também de estratégia e valor a longo prazo. Empresas que se destacam nesses pilares tendem a ser mais competitivas, resilientes e atrativas para o mercado. Por que ESG é importante para as empresas? Além de contribuir com o planeta e a sociedade, a adoção de práticas ESG oferece inúmeros benefícios para os negócios. A seguir, confira as principais vantagens: 1. Atração de investidores Investidores estão cada vez mais atentos às práticas ESG. Assim sendo, empresas alinhadas a esses princípios costumam ser vistas como mais estáveis e com menor risco. A avaliação do Score ESG se tornou uma ferramenta essencial nesse processo, fornecendo uma visão clara da maturidade da empresa em relação ao tema. 2. Melhoria da reputação Ao adotar práticas éticas e sustentáveis, a empresa fortalece sua imagem no mercado. Consequentemente, ganha credibilidade com clientes, parceiros e colaboradores. A Unilever, que incorporou ESG em sua cadeia de produção, é um exemplo claro disso. 3. Redução de riscos Empresas com políticas ESG estruturadas conseguem, com maior facilidade, antecipar e mitigar riscos ambientais, sociais ou legais. Como resultado, evitam crises que poderiam afetar sua imagem ou operações — como fez a Raízen em sua atuação no setor de energia. 4. Mais eficiência e economia Práticas sustentáveis geralmente promovem redução de custos operacionais. Por exemplo, a Ambev conseguiu economizar milhões ao otimizar o consumo de água em suas unidades. 5. Conformidade regulatória À medida que leis ambientais e sociais se tornam mais rigorosas, empresas com políticas ESG estão mais preparadas para atender às exigências legais. A Siemens é um ótimo exemplo de organização que mantém conformidade com padrões internacionais graças à sua governança robusta. Como as empresas medem o desempenho ESG? Para garantir resultados concretos, é essencial medir as práticas ESG. Nesse sentido, existem várias ferramentas e métodos disponíveis: Portanto, a medição é indispensável para que a empresa evolua continuamente e demonstre seu compromisso com a responsabilidade corporativa. E nesse processo, conhecer e acompanhar o Score ESG se torna uma etapa estratégica. O que é um Score ESG? O Score ESG é uma pontuação atribuída com base no desempenho de uma empresa nos três pilares do ESG. Em geral, essa pontuação é utilizada por investidores, analistas e agências de risco para entender o grau de maturidade e responsabilidade da organização. Agências especializadas, como a CRISIL, avaliam centenas de indicadores para gerar uma nota ESG. Por exemplo, podem dar pesos como 35% para o pilar ambiental, 25% para o social e 40% para a governança. Contudo, vale lembrar que cada agência adota metodologias diferentes. Por isso, é importante conhecer os critérios usados e buscar alinhar as práticas da empresa com os principais padrões de mercado. Além disso, ferramentas como a Calculadora de Score ESG da Tree oferecem uma alternativa acessível e eficaz para começar essa análise internamente. Como o Software Tree ajuda empresas nas práticas ESG? Com o aumento das exigências do mercado e dos órgãos reguladores, empresas têm buscado soluções que simplifiquem a implementação e o acompanhamento de suas práticas ESG. Nesse contexto, o Software Tree se destaca como uma ferramenta prática, completa e eficiente. 1. Centralização de dados O software permite armazenar todas as informações ESG em um único lugar. Assim, a gestão de dados se torna mais segura, ágil e integrada. 2. Automatização de processos A geração de relatórios e o monitoramento de indicadores são automatizados. Dessa forma, a empresa economiza tempo, reduz erros e ganha eficiência operacional. 3. Análises avançadas Além disso, a plataforma oferece análises detalhadas e comparações com benchmarks do setor. Isso ajuda na tomada de decisões estratégicas com base em dados confiáveis. 4. Conformidade regulatória O Software Tree acompanha as mudanças na legislação e ajuda sua empresa a manter-se atualizada. Consequentemente, evita penalidades e reforça a reputação institucional. 5. Transparência com stakeholders A ferramenta facilita a comunicação de resultados com acionistas, clientes, fornecedores e colaboradores. Ou seja, promove a confiança e reforça a imagem positiva da organização. Conclusão Em um cenário cada vez mais exigente, adotar práticas ESG deixou de ser uma opção — é um diferencial competitivo real. Empresas que se comprometem com a sustentabilidade, o bem-estar social e a ética empresarial não apenas se destacam no mercado, mas também constroem um futuro mais sólido e promissor. Por isso, contar com soluções como o Software Tree pode ser o passo que faltava para tornar sua empresa uma referência em responsabilidade e inovação. E agora, com a Calculadora de Score ESG, ficou ainda mais fácil iniciar essa jornada com dados e clareza. Quer saber mais sobre como otimizar a gestão ESG da sua empresa? Entre em contato com a Tree e descubra como podemos ajudar! #ESG #Sustentabilidade #COP30 #RelatóriosESG #GestãoAmbiental #Tree #EconomiaCircular #Compliance #RastreamentoDeResíduos #TransformaçãoCorporativa #ScoreESG

O Que Muda no ESG em 2025?

O cenário de sustentabilidade corporativa no Brasil está se tornando mais exigente. Em 2025, novas regulamentações de ESG (ambiental, social e de governança) entram em vigor, transformando a forma como as empresas operam e relatam seus impactos ambientais e sociais. Para empresas que desejam se manter competitivas, é essencial entender essas mudanças e agir rapidamente. Além disso, a COP 30, que acontecerá em Belém, reforça o protagonismo do Brasil na agenda climática global, com propostas para fundos ambientais e novas diretrizes para uma economia mais sustentável. Neste artigo, vamos explorar as principais mudanças e como sua empresa pode se preparar de forma eficaz. 1. Relatórios ESG Obrigatórios: Mais Transparência e Credibilidade A partir de 2025, empresas listadas na B3 precisarão seguir padrões internacionais para divulgar seus dados ESG. Isso significa: Portanto, para empresas que ainda não estruturaram seus relatórios, o momento de agir é agora. 2. Risco Climático e Exigência de Transparência Com a crise climática em foco, empresas precisarão divulgar riscos climáticos e estratégias de mitigação. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) exigirá mais informações ambientais, garantindo que investidores possam avaliar impactos de forma precisa. Ademais, isso também se aplica a aspectos sociais e de governança, exigindo maior responsabilidade corporativa. 3. O Setor Financeiro e a Adaptação às Exigências ESG Bancos e instituições financeiras passarão a avaliar práticas ESG antes de conceder crédito. Empresas que não estiverem adequadas poderão enfrentar dificuldades para obter financiamento. Dessa forma, investir em práticas sustentáveis deixará de ser um diferencial e se tornará uma necessidade para acesso a crédito e boas taxas no mercado financeiro. 4. Rastreamento e Destinação de Resíduos: O Papel da Economia Circular Empresas terão que comprovar a destinação correta de resíduos para atender às novas regulamentações. Isso exige: Por isso, plataformas especializadas, como a Tree, podem ajudar nesse processo, garantindo compliance e eficiência operacional. Consequentemente, isso fortalece o compromisso ambiental da empresa diante de seus consumidores e parceiros. 5. Responsabilidade na Cadeia de Suprimentos e Due Diligence ESG A responsabilidade não se limita mais às operações diretas: fornecedores e parceiros comerciais também precisam estar alinhados com as boas práticas ESG. Além disso, isso impacta especialmente setores como agronegócio, mineração e indústria pesada, que devem fortalecer seus processos de auditoria e due diligence. Portanto, é essencial ampliar os critérios de seleção de parceiros para mitigar riscos e garantir conformidade. Como Sua Empresa Pode se Preparar? Para garantir conformidade com as novas regras ESG, as empresas devem: Dessa maneira, é possível atingir níveis mais elevados de conformidade e competitividade. Além disso, a transformação interna promove inovação, eficiência e valor de marca. Conclusão As novas regras ESG de 2025 trazem desafios, mas também grandes oportunidades. Empresas que se adaptarem rapidamente terão vantagens competitivas, enquanto aquelas que não se ajustarem podem enfrentar dificuldades regulatórias e financeiras. Portanto, se sua empresa ainda não começou essa transição, o momento de agir é agora. Investir em soluções tecnológicas e estratégias sustentáveis para garantir conformidade e eficiência operacional se torna indispensável. Quer saber mais sobre como otimizar a gestão ESG da sua empresa? Entre em contato com a Tree e descubra como podemos ajudar! #ESG #Sustentabilidade #COP30 #RelatóriosESG #GestãoAmbiental #Tree #EconomiaCircular #Compliance #RastreamentoDeResíduos #TransformaçãoCorporativa